Quando desta carne eu me libertar
vou experimentar outro lugar.
A ela vou agradecer
as experiências que me permitiu viver.
Quantas coisas presenciei
a natureza , a destruição,
a festa, a consternação.
O caminhar na carne
é preso estar.
Mas necessário se faz
para evoluir e aprender a amar.
Sei que com o desprendimento destes laços
vou poder gozar de melhor liberdade
e envolver a todos e em qualquer espaço
com muitos abraços.
Kilvia da Costa Souza, 10.03.2017
Por ocasião de estudos e preparação para o Seminário A Morte e o Morrer que acontecerá em maio/2017.